Traaabalhinhos de ontem :)
Espaço da disciplina de Projeto VI do curso de Arquitetura e Urbanismo da FURB, para apresentar pesquisas e pontos de vista.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Metamorfose do Espaço Habitado - Milton Santos
Olá pessoal, a apresentação de hoje foi muito boa, vários olhares e interpretações. Agora precisamos afinar um pouco mais a lente...aproximar e tentar pensar uma estratégia para o local e para o edifício, pensar novas ambiencias e um novo sistema de integração. Como vamos transpor essa interface do espaço da máquina e o espaço do pedestre? Como gerar novos interesses a partir do conceito da cultura? como conectar e criar novas ambiencias? qual é a sua estratégia?
Indico para vcs a leitura do livro do Milton Santos Metamorfose do Espaço Habitado, para dar suporte a essa nova fase do nosso trabalho.
http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2008/06/metamorfose-do-espaco-habitado-milton-santos.pdf
Para próxima aula trazer sistematizado e espacializado essas estratégias para o local e suas possibilidades de conexão, iniciamos o trabalho individual.
bjks e bom trabalho a todos!
Dani
Indico para vcs a leitura do livro do Milton Santos Metamorfose do Espaço Habitado, para dar suporte a essa nova fase do nosso trabalho.
http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2008/06/metamorfose-do-espaco-habitado-milton-santos.pdf
Para próxima aula trazer sistematizado e espacializado essas estratégias para o local e suas possibilidades de conexão, iniciamos o trabalho individual.
bjks e bom trabalho a todos!
Dani
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Projeto VI 21-08- Diagnóstico + reflexão sobre cultura +
estudos de casos
O que é cultura?
- Harmoniza os guetos;
- Quando não há intervenção pública de controle sobre o espaço como cercas, é utilizado o comércio como meio de proteção das pessoas em relação a elas mesmas, esse é o principio da autogestão;
- O espaço da cultura deve ser o espaço que preserva a espécie humana e cria as relações;
- Nova releitura da cidade;
- Cultura é expressão e necessita de espaço para isso;
Histórico da cultura
em Blumenau
·
Caráter espontâneo, esporádica, apropriação do
espaço público;
·
Naquela época as casas eram distanciadas uma das
outras e mesmo assim as pessoas se deslocavam até os eventos, porque atualmente
este cenário não é mais o mesmo nesse sentido?
·
Mudança de valores + consumismo= privatização da
cultura – paradigma que só a cultura da elite é boa;
·
Cultura em um novo contexto – globalização –
diversidade ou homogeneidade?
·
Pode-se dizer que regressamos ao invés de
progredirmos!
·
Voltar às origens é o certo? Vivendo na nostalgia?
·
Diante deste quadro qual é o papel da
arquitetura e dos arquitetos?
·
Entender as novas tendências e fazer/ atender
espaços que a população almeja e precisa;
·
Locais ilegíveis que não remetem a contexto de
cultura;
·
Locais de expressão contemporânea de cultura em
Blumenau: Ramiro e Prainha; Eventos: Vamos
nos unir e Colmeia;
·
Refletir sobre o programa: não pode ser bucólico
e nostálgico ou refletir o vazio das perguntas de hoje;
·
A prainha hoje é uma referencia cultural, pois é
o local da expressão livre e do improviso. As pessoas se sentem a vontade para
se apropriar do espaço;
·
Precisamos voltar a suscitar a cultura no povo e
assim gerar cidadania;
·
Demanda local protegido, caso Louvre aquecido;
·
Todos os povos buscam a cultura e precisam de
uma referência, de um ícone – gera identidade, familiaridade;
·
Lazer + cultura= integração maior;
·
A sensibilidade da vivência é que faz a
diferença;
Diagnóstico:
·
Intenso fluxos de veículos;
·
Falta de ciclovias;
·
Maior número de pedestres perto da área da
saúde;
·
Tipologia arquitetônica variando de 1 a 4
pavimentos, alguns mais altos isolados do outro lado do ribeirão na Alameda;
·
Usos: comercial e saúde e poucas residências;
·
Lazer/praça/parque?
·
Terminal no centro da área;
·
Mais edificações em torno das ruas de mais
fluxo;
·
Edificações próximas das calçadas, com pouco
recuo;
·
Muitos vazios urbanos;
·
Predominância de vazios sobre cheios;
·
Ocupação espontânea e dispersa sem planejamento;
·
Grande área inundável-salubridade= condicionante
que não produz crescimento intenso principalmente de casas. Temos a impressão
de que é forçado o crescimento?
·
Skyline sempre presente;
·
Não se sabe onde está o rio, o que sinaliza é a
vegetação existente;
·
Nas ruas não há paisagismo, calçadas precárias,
lugar de antigas pastagens;
·
Influência do Ribeirão Garcia;
·
Centralidade de equipamentos da saúde;
·
Muitas vagas de estacionamento x terminal de
ônibus- porque tão próximos;
·
Traçado irregular;
Projeto
·
Perfil dos usuários?
·
Ponto nó de quase todos os fluxos da cidade;
·
Local de passagem sem estímulo a permanência;
·
Questão ambiental forte, pois condicionantes
físicas morros e rios;
·
Local de risco: enchente, forte fluxo- isso
ocasiona uma apropriação do espaço diferenciada, se não houvesse esse risco
esse lugar teria outro caráter;
·
Local onde a maioria das pessoas passa 2 vezes
ao dia para ir trabalhar;
Potenciais
|
Deficiências
|
Praça
acolhida
|
É
uma rótula
|
Local
do Angeloni
|
Barreira
|
Parque
|
Atualmente
em desuso
|
Centro
de saúde
|
Concentração
|
Terminal
|
Falta
de permanência, paradigma de ser isolado, pouca identidade, não é local de
ninguém, pessoas não têm vinculo com o espaço, é escala de centro não de
bairro então não remete a familiaridade/intimidade/conforto.
|
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Diagnóstico da área de urbano: aula 21/08
- Fluxo de veículos
- Ciclovia praticamente inexistente
- Fluxo maior de pedestres nas áreas de saúde
- Tipologia: prédios de 0 a 4 pavimentos (predominante)
- Uso predominante: comercial + equipamentos de saúde
- Áreas de lazer? Praça? Parque?
- Terminal no centro da área
- Edificações no entorno das vias de maior fluxo
- Edificações próximas a calçada
- Predominância de vazios sobre cheios (morro e ribeirão)
- Muitos vazios urbanos
- Ocupação espontânea sem planejamento
- Grande área inundável
- Influência do ribeirão Garcia
- Equipamentos de saúde centralizados
- Muitas vagas de estacionamento X terminal urbano
- Fluxo de veículos
- Ciclovia praticamente inexistente
- Fluxo maior de pedestres nas áreas de saúde
- Tipologia: prédios de 0 a 4 pavimentos (predominante)
- Uso predominante: comercial + equipamentos de saúde
- Áreas de lazer? Praça? Parque?
- Terminal no centro da área
- Edificações no entorno das vias de maior fluxo
- Edificações próximas a calçada
- Predominância de vazios sobre cheios (morro e ribeirão)
- Muitos vazios urbanos
- Ocupação espontânea sem planejamento
- Grande área inundável
- Influência do ribeirão Garcia
- Equipamentos de saúde centralizados
- Muitas vagas de estacionamento X terminal urbano
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
A percepção acadêmica.
Depois da aula de terça, bateu aquela curiosidade sobre o atual quadro cultural de Blumenau, no sentido de que, o que os outros pensam? Qual a percepção das pessoas quando se trata de cultura na cidade?
Aí, lembrei que tenho uma amiga que faz Artes na FURB, e óbvio, fui conversar com ela.
Segue abaixo, então, a opinião dela (cópia do bate-papo do facebook, rs). Achei muito válido compartilhar.
Oie samara...Quero ver se consigo expressar bem minhas visão com clareza.
Bem, vamos lá então...
A cultura em Blumenau é algo crítico, mas não é falta de espaço ou oportunidades. Há o teatro Carlos Gomes, Teatro Michelangelo, Fundação Cultural, o Espaço Plural, o antigo salão Mabeck que agora virou espaço de cursos do Arte Varia, a Casa das Oficinas e até mesmo a FURB, dentro de suas limitações, há um pequeno espaço reservado a expressão cultural. Além de editais do governo e empresas, como a Natura, que são lançados todo ano e que a maioria das pessoas nem se dá ao empenho de participar.
Acho que ficou muito no papo de que alguém disse pra fulano que passou para outro e que a concumadre passou pra vizinha que fazer arte em Blumenau é algo impossível e sem apoiadores. É difícil? É. Mas falta é mesmo boa vontade, organização e disciplina dos artistas. Sentar numa toalha xadrez, tomar um chá (porque está na moda) e falar mal da roupa dos outros na prainha aos domingos não é fazer Arte. Sinto muito a quem organiza isso, mas acho que o buraco é mais embaixo. Não é reunir pessoas, massa, é organizar os realmente interessados. Os que tem sede de plateia, não os que acham que o público é ignorante. O próprio público busca arte, mesmo não entendendo muitas vezes.
Falta talvez um mediador, um monitor, aquele que vai fazer o encontro artista-espectador.
Há pouco tempo houve um trabalho de monitoria da turma de Artes Visuais da FURB na FCB. Essas alunas foram simplesmente orientadas a não se empenharem em explicar muito as obras, afinal "as pessoas não entendem nada mesmo" (palavras de uma criatura da qual não vou mencionar, mas que tem um cargo "crucial" na Fundação).
Triste saber disso, acho que o buraco que estamos tanto palpando de olhos vendados não é na cabeça do público, é na visão dos artistas e de pessoas que tem cargos em instituições das quais deveriam apoiar e orientar tanto artistas, quanto público. Artistas estes que muitas vezes só querem fazer um varal, pôr seus desenhos, fazer barulho e fazer uma apresentação de teatro contemporanea onde se falam elementos da natureza, e só. O que não muda nada.
Bem... Pra não acabar com algo ruim, um exemplo maravilhoso de que é isso mesmo o que deve ser feito e que está dando certo (até o momento) é o projeto Colméia, do qual faço parte como artista expositora.
Serão 24h de arte nos dias 18 e 19 de agosto no TCG. Isso não está acontecendo só porque o Teatro sedeu o local. Pois se assim fosse qualquer outro lugar "gratuito" poderia ser espaço para o evento.
A questão maior, creio eu, é que finalmente conseguiram de forma concreta organizar as mais diversas classes de artistas além da equipe de organizadores por parte do Teatro. Finalmente todos estão unidos, falando a mesma linguagem e sobre o mesmo objetivo: a formação de plateia e fomentar a arte em Blumenau.
e assim... ter mais espaço e opções é sempre bom, mas também não adianta ter mil opções e ninguém interessado em usar. a lojistica do estabelecimento também conta.
o mabeck, por exemplo, só funcionava com exposições durante o horário comercial, fechava inclusive no almoço. e nos finais de semana nem abriam. como querem ter público assim?
não é a toa que fechou.
Segue aqui, um link do blog dela, do que ela produz < http://shyshay.tumblr.com/>
Abraços a todos, Sami.
Aí, lembrei que tenho uma amiga que faz Artes na FURB, e óbvio, fui conversar com ela.
Segue abaixo, então, a opinião dela (cópia do bate-papo do facebook, rs). Achei muito válido compartilhar.
Oie samara...Quero ver se consigo expressar bem minhas visão com clareza.
Bem, vamos lá então...
A cultura em Blumenau é algo crítico, mas não é falta de espaço ou oportunidades. Há o teatro Carlos Gomes, Teatro Michelangelo, Fundação Cultural, o Espaço Plural, o antigo salão Mabeck que agora virou espaço de cursos do Arte Varia, a Casa das Oficinas e até mesmo a FURB, dentro de suas limitações, há um pequeno espaço reservado a expressão cultural. Além de editais do governo e empresas, como a Natura, que são lançados todo ano e que a maioria das pessoas nem se dá ao empenho de participar.
Acho que ficou muito no papo de que alguém disse pra fulano que passou para outro e que a concumadre passou pra vizinha que fazer arte em Blumenau é algo impossível e sem apoiadores. É difícil? É. Mas falta é mesmo boa vontade, organização e disciplina dos artistas. Sentar numa toalha xadrez, tomar um chá (porque está na moda) e falar mal da roupa dos outros na prainha aos domingos não é fazer Arte. Sinto muito a quem organiza isso, mas acho que o buraco é mais embaixo. Não é reunir pessoas, massa, é organizar os realmente interessados. Os que tem sede de plateia, não os que acham que o público é ignorante. O próprio público busca arte, mesmo não entendendo muitas vezes.
Falta talvez um mediador, um monitor, aquele que vai fazer o encontro artista-espectador.
Há pouco tempo houve um trabalho de monitoria da turma de Artes Visuais da FURB na FCB. Essas alunas foram simplesmente orientadas a não se empenharem em explicar muito as obras, afinal "as pessoas não entendem nada mesmo" (palavras de uma criatura da qual não vou mencionar, mas que tem um cargo "crucial" na Fundação).
Triste saber disso, acho que o buraco que estamos tanto palpando de olhos vendados não é na cabeça do público, é na visão dos artistas e de pessoas que tem cargos em instituições das quais deveriam apoiar e orientar tanto artistas, quanto público. Artistas estes que muitas vezes só querem fazer um varal, pôr seus desenhos, fazer barulho e fazer uma apresentação de teatro contemporanea onde se falam elementos da natureza, e só. O que não muda nada.
Bem... Pra não acabar com algo ruim, um exemplo maravilhoso de que é isso mesmo o que deve ser feito e que está dando certo (até o momento) é o projeto Colméia, do qual faço parte como artista expositora.
Serão 24h de arte nos dias 18 e 19 de agosto no TCG. Isso não está acontecendo só porque o Teatro sedeu o local. Pois se assim fosse qualquer outro lugar "gratuito" poderia ser espaço para o evento.
A questão maior, creio eu, é que finalmente conseguiram de forma concreta organizar as mais diversas classes de artistas além da equipe de organizadores por parte do Teatro. Finalmente todos estão unidos, falando a mesma linguagem e sobre o mesmo objetivo: a formação de plateia e fomentar a arte em Blumenau.
e assim... ter mais espaço e opções é sempre bom, mas também não adianta ter mil opções e ninguém interessado em usar. a lojistica do estabelecimento também conta.
o mabeck, por exemplo, só funcionava com exposições durante o horário comercial, fechava inclusive no almoço. e nos finais de semana nem abriam. como querem ter público assim?
não é a toa que fechou.
Segue aqui, um link do blog dela, do que ela produz < http://shyshay.tumblr.com/>
Abraços a todos, Sami.
Assinar:
Postagens (Atom)















